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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O medo de Marina Silva - Peemedebistas gaúchos afirmaram que não votarão em quem é contra agronegócio


Apesar da consternação pela morte de Eduardo Campos, o PMDB gaúcho começa a avaliar os desdobramentos da tragédia. Lideranças peemedebistas de diferentes esferas admitem que a situação é muito delicada, porque consideram que a substituição de Campos (independente de quem seja o substituto) terá consequências diretas sobre a aliança com o PSB no Estado. A principal delas: a dificuldade em manter, na prática, o apoio à chapa presidencial socialista, que já vinha sofrendo a concorrência aberta dos peemedebistas gaúchos partidários de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). O nome de Marina Silva, portanto, não é um consenso. 

Parte do partido, representada por lideranças como o senador Pedro Simon e o vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que coordena a campanha de José Ivo Sartori ao governo, aponta que a vice na chapa, Marina Silva, é o nome com melhores condições para a disputa. “Se o PSB tiver categoria e fizer um trabalho bem feito, a figura da Marina, aliada a toda a mística, vai resultar em uma campanha fantástica”, afirma Simon. Questionado sobre as resistências do PMDB gaúcho ao nome da ex-senadora, lembra que, em sua primeira eleição, o ex-presidente Lula era alvo de desconfiança de parte da sociedade e lançou uma “Carta ao povo brasileiro” que aliviou a tensão. “Não me passa pela cabeça que os produtores de fumo ou os pequenos produtores vão se deixar levar por pequenas divergências”, diz o senador. 

Questionado sobre as resistências do PMDB gaúcho ao nome da ex-senadora, lembra que, em sua primeira eleição, o ex-presidente Lula era alvo de desconfiança de parte da sociedade e lançou uma “Carta ao povo brasileiro” que aliviou a tensão. “Não me passa pela cabeça que os produtores de fumo ou os pequenos produtores vão se deixar levar por pequenas divergências”, diz o senador. 

Sem apoio na bancada federal 

Mas não há consenso sobre o alinhamento automático. “Marina não tem apoio na bancada federal. Alceu Moreira, Darcísio Perondi e Osmar Terra pedirão votos para Aécio. Eliseu Padilha vai intensificar o movimento pró-Dilma/Temer”, garante um dos federais, listando sua própria preferência. “Devemos ter cuidado porque o grau de sentimentalismo do brasileiro mais a situação de comoção pode levar à escolha de uma proposta que não tem nada a ver com o futuro”, afirma Alceu Moreira. 

Moreira admite que o apoio a Campos estava muito vinculado ao perfil do candidato, concorda que o PSB terá dificuldade em encontrar substituto e faz avaliação pouco positiva de Marina. “Ela tem um pensamento político muito diferente do que queremos e sem a modernidade e a leveza que esperamos. Então, dependendo da proposta do PSB, eu, Perondi e Terra ficaremos bem mais próximos do Aécio.”

“É simples. Não tenho como votar contra produtor de leite, de frango, de suíno. Existe uma tendência forte de, dependendo da decisão do PSB, haver migração forte para o voto em Dilma e, em menor escala, para Aécio. A decisão, contudo, será do diretório. Chamaremos uma reunião para a próxima semana”, adianta o presidente estadual do PMDB, deputado Edson Brum.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Temperaturas negativas


A intensa massa de ar seco e frio, de origem polar, que cobre o território gaúcho mantém o tempo firme nesta quinta-feira e provocou um amanhecer congelante no Rio Grande do Sul, o mais frio do ano até o momento, segundo informações da MetSul Meteorologia. Em São José dos Ausentes, os termômetros marcaram -7,2ºC.

As marcas negativas atingiram diversas regiões do Estado. Em Soledade, a temperatura ficou -5,4ºC. Bom Jesus registrou -5ºC, Vacaria teve a marca -4,7°C, enquanto Canela apresentou -4,2ºC. Santa Rosa amanheceu com -3,3ºC e Farroupilha começou o dia com -3,2ºC.

A massa de origem polar se fez presente em São Marcos, onde os termômetros indicaram -3ºC. Em Antônio Prado, a temperatura foi de -2,9ºC. Lagoa Vermelha teve -2,8ºC, enquanto Santana do Livramento registrou -2,1ºC. Na Serra, Caxias amanheceu com -1,8ºC e Garibaldi começou o dia com -1,7ºC.

Passo Fundo registrou marca de -1,2ºC, assim como Bento Gonçalves. Em Santo Ângelo, os termômetros marcaram -0,8ºC, enquanto em Alegrete a temperatura chegou a -0,5ºC. Nova Bassano e Cruz Alta começaram o dia com -0,2ºC.

Previsão do tempo

Hoje o sol predomina em todo o Estado ao longo do dia, com o céu permanecendo claro na maioria das regiões, incluindo em Porto Alegre. Na Capital, os termômetros apontaram a marca de 1,4ºC e no Vale do Sinos foi registrado 0,3ºC em Canoas. Durante o dia a temperatura irá se elevar, mas à tarde também será fria em muitas áreas, com as máximas não passando dos 15ºC na grande maioria das localidades.

Na Serra, as máximas ficarão um pouco acima dos 10ºC, mas a partir do entardecer volta a esfriar novamente e a noite será gelada, antes mesmo da meia-noite, momento em que a temperatura de ficar abaixo dos 5ºC.

Nesta sexta-feira, o tempo vai continuar firme e seco na maior parte do Rio Grande do Sul. A madrugada será novamente gélida porque as mínimas irão ficar até 3ºC acima das marcas apresentadas hoje, mas mesmo assim os termômetros devem apontar temperaturas negativas. Com o enfraquecimento do ar polar, a tarde de sexta deve ter um clima ameno, com máxima acima de 15ºC, beirando os 20ºC.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Toddynho em questão


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu nesta terça-feira um comunicado esclarecendo ter convocado a fabricante PepsiCo, responsável pelo achocolatado Toddynho, para uma reunião em Brasília, às 9h desta quarta-feira. O órgão federal sustenta ter sido informado, por telefone, de que houve um ‘furo’ no tanque esterilizador durante a produção de um lote do produto, em 3 de junho, e que apesar de ter enviado para descarte a produção da véspera, do dia do acidente e da data seguinte, um dos lotes seguiu, por engano, para o mercado consumidor do Rio Grande do Sul. A empresaadmitiu que esse lote continha a bactéria Bacillus Cereus, que provoca intoxicação alimentar.

A Anvisa revelou, ainda, que a ordem de recolhimento do lote, que partiu da Vigilância Sanitária Estadual, levou em conta duas denúncias recebidas de consumidores, um deles morador de Porto Alegre e o outro de Viamão, que detectaram alteração no sabor do produto e sentiram náuseas após o consumo. Já a empresa informou que houve registro de 20 reclamações para o Serviço de Atendimento ao Cliente, sendo seis relativas a sintomas gastrointestinais provocados pelo Toddynho.

Durante a tarde desta terça, a PepsiCo informou que cerca de sete mil unidades do achocolatado – de um total de 8,9 mil suspeitas de estarem contaminadas – seguem sendo comercializadas ou já foram compradas e até consumidas em território gaúcho.

A Coordenação Geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre foi informada do agente contaminador e que aproximadamente duas mil unidades foram recolhidas até agora. O lote sob suspeita é o GRU L15 (intervalo de 23:04 a 23:46), com validade até 29 de novembro 2014. O órgão, porém, não encontrou o produto com a adulteração na Capital.

A bactéria identificada é capaz de produzir dois tipos de toxinas, que não são eliminadas pelo processo UHT, de preparação da bebida. Uma delas provoca vômito e a outra diarreia. A bactéria, no entanto, não sobrevive. A Vigilância Municipal espera a análise no produto, que está sendo feita pelo Laboratório Central do Estado, sem prazo para ser entregue.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Quanto mais estradas ruins, mais prejuízo com transporte - e quem paga somos nós!

O transporte rodoviário é o principal modal da matriz logística do Rio Grande do Sul. Corresponde a 85,3% da movimentação no Estado, índice superior à média nacional, que depende 68,9% das rodovias. Dos 8 mil quilômetros de rodovias estaduais, apenas 4,7 mil são pavimentados e somente 126 duplicados, segundo dados do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer). No momento, 1,1 mil quilômetros estão em obras — para pavimentação ou duplicação. Nas rodovias federais, a situação é semelhante. Dos 5,3 mil quilômetros, 307 estão duplicados e 345, em obras. 

Além de colocarem em risco a vida dos motoristas, estradas sem pavimentação ou não duplicadas provocam gastos com pneu, combustível e peças. Em média, o custo repassado aos produtos transportados representa 30% do valor da mercadoria. “A solução para isso seria investimento maciço em infraestrutura. Pode até ter pedágio, desde que tenhamos estradas em condições para transitar”, afirma o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística (Setcergs), Sérgio Neto. Ele aponta que em países que investem em infraestrutura, como a China, apresentam um Produto Interno Bruto (PIB) superior ao brasileiro. No RS, o custo com transporte de cargas representa 17,3% do PIB, índice semelhante ao brasileiro. Nos Estados Unidos, encontra-se em 8% e, na Ásia, em 9,5%. 

As dificuldades não se restringem às condições de infraestrutura. Para quem vai começar um negócio, os principais problemas são a burocracia e a tributação. Após a formalização no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), a questão tributária toma tempo. “Depois da burocracia para abrir a empresa, o empreendedor tem que fazer um estudo para saber como tornar o negócio viável”, afirma Neto. 

O roubo de cargas também provoca prejuízos. Em média, as empresas de transporte gastam 12% do seu faturamento investindo em equipamento de segurança. “Isso tem forte impacto no custo logístico”, diz Neto. No Brasil, cerca de R$ 1 bilhão é roubado ao ano em mercadorias e caminhões não recuperados. No RS, são mais de R$ 100 milhões em perdas, com cerca de 300 ocorrências em 2012.

Outro ponto que impacta principalmente quem vai começar um negócio no setor logístico é a falta de motoristas qualificados para o transporte de cargas, problema que atinge também empresários já consolidados no ramo. Estima-se que, no Brasil faltem cerca de 120 mil profissionais e, no Rio Grande do Sul, em torno de 15 mil.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A partir de hoje - mudanças no transporte da capital


A partir desta segunda-feira, o corredor de ônibus da avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, passa por manutenção. Equipes do consórcio formado pelas empresas Toniolo e Sultepa executarão a correção de trincas na via.

Devido às obras, as paradas de transporte coletivo localizadas no corredor serão deslocadas para as calçadas no mesmo ponto. Os ônibus serão desviados para a via, junto aos veículos. As principais alternativas para evitar a Padre Cacique são a Edvaldo Pereira Paiva e a Terceira Perimetral. Agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) intensificarão o monitoramento na região e a orientação aos usuários e motoristas.

As intervenções serão feitas em trechos localizados entre os viadutos Dom Pedro I e Abdias Nascimento (Pinheiro Borda). As placas de concreto serão refeitas pelas empresas executoras da obra, sem custo para a Prefeitura da Capítal. Em dois quilômetros da avenida, cerca de 7% do pavimento deverá ser corrigido pelo consórcio, que terá prazo de término previsto para 60 dias.

A necessidade de manutenção foi apontada durante vistoria de rotina realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), que detectou pequenas falhas em alguns pontos da via. Conforme o diretor da Divisão de Obras e Serviços Especiais (Dope), engenheiro José Carlos Keim, as fissuras foram causadas por retrações no concreto. “Pode ocorrer quando o corte do concreto não acontece no tempo adequado. Fator climático também interfere na finalização de uma obra”, esclarece Keim.

Zona Norte ganha linha alimentadora de ônibus

Nesta segunda-feira entra em operação a linha alimentadora de ônibus A33-Costa e Silva / Triângulo, da Conorte, consórcio que detém a circulação de ônibus na zona Norte de Porto Alegre. A linha alimentadora, que estabelece a ligação do bairro Costa e Silva com o Terminal Triângulo, irá reforçar o atendimento no pico da manhã. Os usuários que utilizam o cartão TRI terão o benefício de integração gratuita em outra linha urbana. A A33 circulará a partir dos seguintes horários: 6h18min, 6h45min e 7h05min.

A iniciativa de implantação dessa linha alimentadora foi da área de Planejamento de Transporte da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), em razão da sobrecarga de passageiros nas linhas operadoras nos bairros Costa e Silva e Porto Seco. “Estamos avaliando as demandas no transporte de ônibus em toda a cidade, para os devidos ajustes”, afirma Flávio Tomelero, gerente de Planejamento de Transporte da EPTC.

domingo, 10 de agosto de 2014

Detetive tentou matar pai de santo porque não gostou do trabalho encomendado




Não gostou do trabalho, resolveu matá-lo. Essa foi a conclusão da polícia na investigação da tentativa de homicídio sofrida pelo pai de santo Luís Carlos Kalichinolli, 57 anos, no dia 30 de julho, na Rua Doutor Barcelos, Bairro Tristeza, Zona Sul da Capital. Na quarta passada, Mário Roberto Pinto Sokolowski, 56 anos, foi preso pela 4ª DHPP na sua casa, em Gravataí. No local, foi apreendida uma pistola .380.
Luís Carlos ainda corre risco de morte. Está em coma no HPS. Apontado como autor do crime, ele nem chegou a esquentar o lugar na cadeia. Autuado em flagrante por posse ilegal de arma, pagou fiança de R$ 5 mil e foi liberado, mas foi indiciado pela tentativa de homicídio.
– Temos provas robustas da autoria. Ele não fez nenhuma questão de esconder o crime – afirma o delegado Rodrigo Pohlmann.

Crime premeditado

Conforme a apuração da polícia, Mário costumava se valer dos serviços do pai de santo, mas teria se desagradado depois de, supostamente, não ver atendido um último pedido. No dia do crime, voltou à casa de religião normalmente. Esperou que uma pessoa fosse atendida e em seguida entrou.
– Ele conversou por um tempo com a vítima, sacou uma pistola e atirou várias vezes. O local estava cheio – aponta o responsável pela investigação.
Mário teria saído a pé do local, mandando os frequentadores abaixarem a cabeça.
Dias depois, já com o autor reconhecido, a polícia solicitou a prisão preventiva, que foi negada pela Justiça. Um mandado de prisão temporária, porém, foi determinado e cumprido durante a semana.
O que os agentes encontraram na casa ainda poderá resultar em outros indiciamentos. De acordo com o delegado, Mário seria eletrotécnico, mas trabalharia como detetive particular e, supostamente, mantinha uma escola de detetives.
– Vamos apurar se essa atividade é regular. Encontramos na residência materiais para a confecção de documentos como carteirinhas profissionais de detetives, material usado para fazer escutas e outros aparatos – comenta o delegado Rodrigo Pohlmann.


Detetive já foi investigado

Mário não é uma figura desconhecida para a polícia. Em 2008, foi denunciado como um dos autores do atentado a bomba em uma padaria no Centro de Porto Alegre. Segundo a denúncia, como eletrotécnico, ele teria fornecido o material para a explosão. Denunciado por tentativa de homicídio, acabou absolvido no ano seguinte.
Em 2007, já havia se envolvido em outra tentativa de homicídio, contra dois policiais. Na ocasião, era investigado pelos investigadores de Homicídios da Capital e, durante o cumprimento de um mandado de busca em sua casa, em Gravataí, teria recebido os agentes a tiros. No local, foram apreendidas sete armas.
Ainda assim, foi absolvido das acusações.

sábado, 9 de agosto de 2014

Moradores de rua rejeitam ajuda!



Em frente a um dos cartões postais da Capital, a cena passava despercebida pela maioria apressada. Tornou-se tão comum que virou paisagem. Há anos, Porto Alegre tropeça na população de rua sem uma política eficiente para reduzi-la. O último levantamento da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), de 2011, mostra aumento de 12% em relação ao de 2007, para um total de 1.347. A Fasc pretende dar início a novo censo neste ano.

A primeira contagem, feita pela Fasc em parceria com pesquisadores da UFRGS, coincide com o início de processo até hoje em discussão na Justiça. A Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos do Ministério Público pediu ampliação da rede de acolhimento, que tem pouco mais de 600 vagas, metade em rede conveniada com o município. Em dezembro de 2013, a juíza Rosana Broglio Garbin deu sentença obrigando o município a criar, em até três anos, 300 vagas com prioridade a idosos e pacientes em recuperação de problemas de saúde ou dependência de álcool e drogas. Em junho passado, o município recorreu ao Tribunal de Justiça.

Para o sociólogo Ivaldo Gehlen, um dos pesquisadores da UFRGS que participou da elaboração dos dois censos da população de rua em Porto Alegre, abrir mais vagas não resolve a questão.

– O abrigo é estruturado pela nossa maneira de pensar e de querer que eles vivam. Essas pessoas desenvolveram uma espécie de identidade de rua. Modificar esse perfil é um processo lento e progressivo, e as políticas não preveem esse ritmo, a sociedade quer respostas rápidas – diz Gehlen.

Nas abordagens da Fasc, 64% das pessoas em situação de rua se recusam a ir para um albergue. No inverno, a aceitação chega perto de 40%, mas a maioria ainda prefere a rua a um abrigo para não se separar do pouco que tem: um colchão, um carrinho de supermercado, um fogareiro ou um vira-lata.

O guardador de carros Fábio Dutra, por exemplo, montou um pequeno lar sob o viaduto da Avenida Silva Só com mobília recolhida do lixo e alguns objetos recebidos como doação. Aos 27 anos, desde os nove morando na rua, Dutra adotou a cadela Peluda para lhe fazer companhia. Mesmo a oferta de duas refeições, banho, roupa limpa e uma cama com três cobertores para passar a noite não entusiasma Dutra. Teme que levem seus apetrechos.

– Infelizmente, nem sempre temos como transportar todos os pertences no veículo da Fasc e nem teríamos espaço para colocar tudo no guarda-volumes – explica o coordenador do Albergue Municipal, Franque Hendler.

Os cães, acrescenta, ficam do lado de fora, presos à grade ou esperando o dono voltar. Não há previsão de investimentos para adequar a estrutura.

Para solicitar abordagens à Fasc, use os fones 3221-8578, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30min às 18h.3346-3238, à noite e aos finais de semana.